quinta-feira, 4 de abril de 2013


O dia em que eu chutei o balde!



...abrir as portas para que esse passado comece a passar, porque senão nós vamos represar a experiência que não valeu a pena, nós vamos segurar em nós o evento, o acontecimento que nos machucou, que nos lesou, e aí a gente vai viver um processo contínuo de lesões e machucados, porque a lembrança, o rancor, o ressentimento, eles só provocam novas feridas dentro de nós.



Ele falou exclusivamente pra mim hoje! Não vou mais ser tão dura comigo, mas vou organizar meus sentimentos, meus pensamentos e o meu ser. "Quando você ordenar o seu ser, suas atitudes com certeza serão mais maduras."


terça-feira, 2 de abril de 2013


          Foi meu último porre. Foi a última vez que eu enchi a cara pra ter que suportar a realidade. Eu estava perdendo o meu objetivo de vida. Eu estava me perdendo. “Diga com quem tu andas que eu direi quem tu és.” Eu estava sufocando a mim mesma, guardando coisas no meu coração que eu preferia não mexer só pra não ter que sofrer. Eu estava me sentindo forte, e nem tinha percebido que estava apenas fingindo pra mim mesma. “Mentir pra si mesmo é a pior mentira.” Eu tentava não pensar em tudo que havia me acontecido, ou melhor, em tudo que esta me acontecendo. Porque eu achava que se ficasse pensando, me martirizando, tentando entender, eu estaria agindo como a coitadista que era antes. Eu não tinha encarado o que eu realmente estava sentindo, o que realmente tudo isso significava pra mim. Eu queria que não significasse nada, que realmente já tivesse passado, que eu não guardasse uma mágoa sequer, mas não é bem assim. Não é essa a realidade, e quando eu comecei a enxergar as coisas como elas realmente são eu consegui chorar como não chorava há muito tempo. E rezei como nunca tinha rezado antes.
        Eu não queria entender, eu não queria nem saber o porquê as pessoas agiam assim ou assado comigo. Só queria simplesmente esquecer e fingir que nada tinha acontecido. Eu tentei não pensar em mágoa, e eu acharia melhor não ter guardado mágoa de ninguém, mas as coisas não são tão simples. Meu psicológico é fraco, confuso e manipulável. E eu sou sonhadora demais. E apegada a tudo que me conquista. Apegada demais. Um dia eu odeio aquele que me humilhou, outro dia eu o amo e gostaria que ele voltasse e me fizesse esquecer tudo. Tem dias que eu sinto as duas coisas ao mesmo tempo. Eu o odeio e o queria me abraçando e me alimentando das suas mentiras por mais que elas fossem me doer mais tarde. Foi por isso que eu o atendi algumas vezes e o ouvi durante duas ou três horas seguidas, me alimentando daquelas mentiras que eu já sabia de cór. E daí veio aquele regresso. E veio o desespero depois. Aquele maldito nó na garganta e o aperto no peito, aquele medo e o sentimento de solidão que eu só sentia quando ainda vivia ao seu lado. Há muito tempo eu não escrevia tendo que parar pra enxugar os olhos pra enxergar a tela do computador. Mas eu sei que é minha alma sendo lavada. Eu peço a Deus que ajude a lavar minha alma. Que todas essas mágoas, todos esses sentimentos ruins, toda essa insegurança, todo esse pessimismo e preocupação possam escorrer junto com essas lágrimas pra que eu possa seguir em frente e alcançar meus objetivos em paz.
        Ás vezes eu tento me culpar por tudo que acontece ao meu redor. Pelos problemas na minha família, por toda minha instabilidade emocional e por todas as pessoas que me odeiam e me fazem mal. Mas isso não pode ser karma, porque eu acho que não sou uma pessoa tão má assim. Eu sei que tenho algo de bom, apesar de tudo. Eu tenho um coração bom, e tenho lá minhas boas vontades e minhas boas ações. Deus sabe que se fosse por mim, nem a pessoa que mais quer meu mal seria infeliz. Eu não desejo mal pra ninguém. E então eu penso porque tudo acontece comigo, mas não consigo entender. Onde que eu errei tão feio pra pagar assim? Desde muito pequena eu tive que descascar abacaxis. Eu vi cenas que não desejaria ver, eu ouvi coisas que não gostaria de ouvir e enfrentei situações que não tinha capacidade de enfrentar ainda.  Então eu cresci insegura, medrosa e imatura. Deixei de fazer muito coisa por ter medo de me arrepender depois, por não ter capacidade de enfrentar as conseqüências. E assim fui deixando tudo acontecer pela vontade dos outros. Na minha vida sempre foi o que os outros queriam que fossem.
         Nunca houve um tempo em que eu me sentisse tão vazia, dominada pelos pensamentos negativos. É isso que acontece quando me afasto de Deus. Por isso aquele foi meu último porre. O mundo nunca teve nada pra me oferecer, e sempre que eu fui contra a vontade de Deus tive que quebrar a cara no futuro. “É feliz quem O adorar.” Eu agradeço a Deus por toda força que tem me dado, e sei que sem Ele não sou nada e não tenho nada. Peço a Ele que cuide do meu paizinho que anda tão perdido como nunca esteve, e do qual as atitudes só me entristecem e me preocupam. Cuida Senhor de quem eu não posso cuidar, toma de conta do coração daqueles que andam sem chão, que estão confusos e que não conseguem encontrar força em Teu coração. Eu espero em Ti, Senhor, e sei que o Senhor tudo fará. Eu confio que tudo vai se resolver. Amém.

sábado, 30 de março de 2013

“Nem sempre é a razão que governa nossas ações. Consequentemente, o homem não é apenas o ser racional tão defendido pelos racionalistas do século XVIII. Com frequência, impulsos irracionais determinam nossos pensamentos, nossos sonhos e nossas ações.
- Fragmento do livro o mundo de Sofia, segundo Freud.
Pois bem, assino em baixo. Quem sou eu pra assinar em baixo de uma das idéias de um dos maiores mestres da história da filosofia? Eu sou alguém que na vida passada devo ter sido um rato de laboratório pra seus estudos. Por quê? Porque no último final de semana fui vítima desses impulsos irracionais que determinaram algumas das minhas ações. Ações babacas que me atormentaram durante toda semana. Durante uma semana inteira eu me martirizei e tive vontade de me matar. Sabe aquele remorso que te consome?  Melhor, sabe em the walking dead* quando os zumbis encontram um ser vivo pra destroçar? Pois era assim que o remorso fazia comigo. Mastigando órgão por órgão. Até eu ler sobre essa teoria de Freud. Depois de eu ter passado um semana inteira me perguntando por que melecas eu tinha feito isso ou aquilo, descobri a teoria dos impulsos irracionais de Freud e resolvi acreditar nela. Aí me perdoei. E vou me perdoar de novo caso impulsivamente e irracionalmente eu volte a fazer merda. Hehe
 “... Uma experiência ruim que o paciente sempre tentou esquecer, mas que está bem viva e presente dentro dele e lhe rouba forças. No momento em que tal “experiência traumática” é trazida ao consciente e o paciente tem a chance de encará-la de frente, por assim dizer, ele pode “se entender” e se curar.”
- Fragmento do livro o mundo de Sofia, segundo Freud.
Então, posso dizer que fui bem além disso. Eu não trouxe a experiência traumática só ao consciente. Como posso dizer? Foi bem mais concreto que isso, se é que estou sendo clara. Creio que sim. Só que eu percebi uma coisa... Eu já estava curada. Nada mais me doía. Aliás, nada mais eu sentia. Eu achei uma pena, se é que querem saber. É uma pena! Aquele tanto de amor desperdiçado, jogado fora. Esquecido. “Simplesmente aconteceu.” O que mais eu posso dizer? Certo dia eu resolvi ser livre, ou melhor, fui forçada a ser livre. Um passarinho que nem sabia voar. Aprendi ora bolas! E cá estou livre. E quero livre continuar. Nada mais ficou do passado do que essa vontade indescritível de ser livre.
“...aos poucos vamos aprendendo a controlar nossos desejos a fim de nos adaptarmos ao nosso meio. Em outras palavras, aprendemos a afinar nosso princípio de prazer com o principio da realidade. Freud diz que construímos um ego e que este ego assume esta função reguladora. A partir de certa idade, embora tenhamos prazer em alguma coisa, não podemos simplesmente sentar e abrir o berreiro até que nossos desejos ou necessidades sejam satisfeitos.”
Viu “mozim”? Vinte e quatro anos já são suficientes o bastante. Eu sinto pena de toda essa confusão que você acabou se tornando. Talvez você sempre tenha sido e eu é que demorei demais pra perceber. Esse poço de insatisfação. Tenho dó. E repugnância. Distancia. Nada mais a dizer.
“Vivemos sob a constante pressão de pensamentos reprimidos, que tentam se libertar do inconsciente. Por isso é que muitas vezes dizemos e fazemos coisas que na verdade não tínhamos a intenção de fazer. Dessa forma, o inconsciente também pode guiar nossos sentimentos e ações.”
No meu caso, excesso de álcool etílico no sangue.
O Senhor é meu pastor e nada me faltará.

Toca o som DJ. ;)


terça-feira, 12 de março de 2013


                                E eu gostava tanto de escrever, gostava tanto de escrever ...

segunda-feira, 11 de março de 2013

   Eu tinha escrito um texto de três páginas falando sobre como as pessoas me decepcionam cada vez mais. Como elas me dão náusea.  As pessoas em geral, ninguém em específico. Mas alguém me ligou bêbado, dizendo o quanto eu era decepcionante. Brá, eu faço parte do sistema. Foi um soco bem no meio da minha cara. Porque eu fico afirmando e reafirmando que as pessoas são assim e assado, e não me dava conta do quanto minhas atitudes se enquadram no sistema. A diferença é que eu consigo ver que não está certo. Consigo ver que não está certo, mas não tenho vontade de mudar. E agora eu não tenho um texto pra publicar. Eu só consegui salvar um fragmento do outro texto:

“... Perdoe esse meu jeito estúpido de fazer as coisas, e essa minha mania de sempre querer o errado. Você me entende. O urso panda de pelúcia e o livro que você me deu estão guardados, assim como você também será meu eterno Pandinha lindo. A pessoa mais carinhosa que eu já conheci. Espero que um dia você volte a falar comigo porque eu sinto saudades da sua companhia e do seu cheirinho. E principalmente espero que você compreenda um dia esse meu lado negro que você conheceu. “
        
       Apesar de tudo de tudo que você me falou, eu ainda penso assim. Deve ser porque eu te dei toda a razão do mundo. Eu concordo que sou decepcionante, e que eu preciso mesmo é ficar sozinha pra aprender a dar valor às pessoas que querem me fazer feliz.


domingo, 3 de março de 2013


       Eu espero um dia escrever quando eu só estiver com coisas positivas na cabeça. Eu espero um dia escrever sem nenhum erro gramatical, sem nenhum tiro na cabeça da língua portuguesa. Eu espero um dia escrever um livro. E espero que as pessoas leiam meu livro. Eu espero que os meus nunca percam a paciência de ficar ao meu lado. Eu espero alcançar a paciência de manter minhas relações. Mas e se eu continuar sempre só esperando? Eu espero conquistar o coração dos que me rodeiam. Espero encontrar pessoas que tenham boas intenções. Espero mesmo. Mas só esperar adianta? Muitas vezes eu escolhi só esperar.
Durante muito tempo eu abri mão de ser feliz pra não magoar as pessoas que me rodeavam. Fiz algumas escolhas erradas, tipo esperar pra ver, e hoje eu entendo como uma simples escolha errada ou a falta de uma decisão pode modificar minha rotina e meus sentimentos. Todos nós temos escolhas. Das escolhas vêm os frutos. Isso eu aprendi. Ás vezes tenho vontade de chutar o balde e deixar pra lá, sabe? De deixar pra lá as pessoas que só querem sugar minha energia. Mas eu sei que não posso, porque às vezes eu preciso que elas suguem. Que suguem então. Que achem que eu não vejo o que esta acontecendo. Que se aproveitem da minha boa vontade. Eu preciso que elas façam isso, pra que eu possa escrever no dia seguinte.
       Mas eu peço paciência aos meus, peço que continuem lutando comigo, continuem sonhando por mim mesmo quando eu mesma não acreditar em mais nada, continuem me amando e me perdoando. Espero que não me abandonem jamais. Peço ao “Pandinha” que não desista de mim, nem mesmo quando eu o fizer acreditar que tudo esta perdido. Quero muito agradecer por me dar esperança todas as manhas quando você me liga cantando a nossa musica e desejando bom dia e me fazendo levantar com pique, mesmo que eu tenha ido dormir com a cabeça cheia de besteira. Perdoe as minhas inconstâncias e minhas inseguras perante o seu carinho por mim. Nós sabemos que vai dar certo. Vai dar certo porque assim que a gente se separa você me envia um sms dizendo que ta com saudade. E eu também sinto saudade sincera assim que a gente se separa. Isso é alguma coisa, não é? Você me disse que ia conseguir abrir meu coração. Você me prometeu que ia amolecê-lo. Então eu o entrego pra você. Que essa insensibilidade que eu carrego me deixe. Bom mesmo é se entregar, se magoar, entrar de cabeça no que eu chamo de nossa oportunidade.
       Eu prometo te dar o que nenhuma mulher ainda te deu, a oportunidade de se apaixonar de verdade. Você me disse na primeira vez que a gente se falou, lembra? “Acho que eu nunca vou me apaixonar por alguém, porque nunca ninguém me deu a chance de me apaixonar de verdade.” Você disse que meu coração duro te conquistou. Disse que a minha falta de ciúmes te segura perto de mim. Então fique! Porque você diz que às vezes sente falta de um coração mole, e de uma pitada de ciúmes. Conquiste-me cada vez mais, Panda. Continue lutando por mim como você fez ate agora. Preencha o vazio que você encontrou no meu peito. Seja você que isso já basta. Que eu prometo te dar o que eu tenho de melhor. Eu já prometi.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013


        Paz. Ouço esse som estranho além dessa barulheira de uma casa rodeada de bares e restaurantes e de duas crianças cheias de energia. Que som é esse? Qual é o nome dele? É agradável, algo novo. Ai ai a Paz! Dá vontade de cantarolar paz paz paz paz paz paz... Que vida engraçada essa. Eu tenho rido como nunca na vida. Que vida surpreendente essa. Que Deus maravilhoso. A gente reza por uma coisa e Ele te dá 10x melhor. Ele te da na hora certa. Na medida certa.
       Tenho me apaixonado por pura diversão. Coração vazio demais deixa a boca salgada. Quando a coisa começa a ficar séria demais eu recuo. Coração cheio demais tira o foco. Tenho conhecido pessoas maravilhosas, que me mostram o verdadeiro sentido de carinho, saudade e ciúme. Aí eu pude mandar pastar quem eu achei que nunca deixaria ir. Mandei ir pastar de boca cheia. Mas eu não consigo odiar ninguém. Eu até tenho um pouquinho de pena de quem não consegue ser feliz com o que tem. Eu senti pena, não ouso mentir. Mas falando isso dá uma cócega no fundo da garganta. Dá vontade de rir. Ôps, foi mal, eu ri.
     Ahh os meus sonhos. Tão perto e tão longe! Ai eu penso: foco. Ás vezes me dá um medinho de estar deixando passarem as pessoas certas. Já apareceram algumas pessoas certas que eu não me arrependo de ter deixado ir. E espero encontrar mais uma vez a pessoa certa quando eu não tiver mais nenhum anseio a se realizar. Enquanto isso, eu to dando uma de borboleta, pousando nos jardins dos outros, deixando um pouquinho do que tenho de bom. Deixo saudade também, e fico com saudade. Até que um dia o meu ogro apareça na hora certa e da forma certa.
     Tenho tido um pouquinho de preguiça pra conquistar as pessoas. Espero apenas que gostem de mim e pronto. Sem nenhum esforço adicional. E tem dado mais certo do que quando eu vendia minha alma pra manter as pessoas ao meu lado. Sinto-me feliz quando sinto aquela saudade esmagadora dos meus amigos. É sinal de que eu consigo enraizar sentimento, apesar de distância ou qualquer outra coisa. Isso significa que eu ainda vou conseguir me abrir pra um novo relacionamento um dia. Quem sabe começar uma família... Eita, comecei a falar merda! Xau!

domingo, 16 de setembro de 2012


Hoje eu não me demoro. Nesse domingo eu durmo cedo. Caso vos perguntem por que decidi dormir cedo nessa noite de domingo propícia, continuem a ler. Porque hoje eu resolvi falar mais sobre mim do que sobre o meu amor ferrado tão conhecido por vós. Se é possível? Sim, claro. Continue lendo e verás
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 Começa assim:
     Fez um mês. Um mês restrito e suficiente aos meus pesares. Trinta dias dentro de um pijama, com um coque no cabelo e unhas, cutículas, lápis e palitos de fósforo roídos. Foi tempo de reflexão, solidão, planejamento. Uma época dividida entre desespero e paz, até chegar ao que eu chamo de “estado de sensatez”.  Foi difícil e até doeu algumas vezes. E depois de um mês, e do difícil acesso, alguém veio até mim. Pessoalmente, com a presença e o cheiro que costumavam me atordoar. Não me atordoaram hoje. A anestesia que tomei durante um mês, todos os dias, deve ter servido, enfim. Nem preciso dizer o que veio falar, e se alguém ai estiver com alguma minúscula curiosidade sobre as promessas por mim ouvidas ontem e hoje, eu peço que poupem-me do trabalho de ser repetitiva e procurem dentre esses 180 posts aqui expostos. Devem ter pelo menos 150 falando sobre isso. Eu esqueci de pedir que junto com tudo, ele levasse  essa saudade também. A danadinha ficou, e isso é algo que não posso controlar nem com álcool, nem dormindo nem com mil anos de meditação. Só que agora ela não manda em mim.
    
Termina assim:
     O mês passou, e junto com ele o meu luto. Agora volto pra vida. Agora dedico a minha vida a mim. Se alguém quiser penetrar os meus pensamentos que penetre enquanto eu estiver malhando, arrumando cabelo e unhas, depilando as axilas. A minha cama não servirá mais para leito de dor, nem de abrigo para lágrimas; só para dormir. Eu agora quero ficar linda sempre. Não saio mais de casa sem me produzir. Talvez eu até fique de pijama num domingo à tarde, mas apenas por achar que domingo combina mesmo com edredom, livro e filme.

  Um mês se passou, e com ele alguns por cento do meu amor...

Agora se me dão licença vou indo, que já são 23:19 e amanha tenho que ter muito tempo pra mim.